Atividade especializada de caráter permanente que o indivíduo abraça, pois através dela receberá os meios para o seu sustento. Para escolha da profissão esta pessoa o faz pela vocação ou necessidade de sobrevivência. Via de regra, na maioria das profissões especializadas exige-se um mínimo de aptidão e/ou vocação, mesmo porque a profissão tem 03 dimensões:
1 - Econômica
2 - Técnica
3 - Ética/social
Ou seja, para exercer uma profissão, o indivíduo necessita no mínimo de vocação, aptidão, habilidade e consciência profissional.
1 - Econômica
2 - Técnica
3 - Ética/social
Ou seja, para exercer uma profissão, o indivíduo necessita no mínimo de vocação, aptidão, habilidade e consciência profissional.
Na minha carreira profissional, ficava estarrecido quando iniciava um processo seletivo para vigilante e percebia nos candidatos um total despreparo técnico. Quando entrevistava-os conseguia identificar algumas causas, por exemplo:
O individuo(a) sempre trabalhou como aux de pedreiro, pintor, ajudante durante 5 a 10 anos (não desmerecendo a função), quando este mercado de trabalho ficava escasso (o que não é o caso nos dias de hoje), ele migrava para a vigilância através do CFV (Curso de Formação de Vigilante), porém não tinha sequer noção do grau de risco que passaria a enfrentar no exercicío da função, muitas vezes não tinha o perfil, postura, fluência verbal e escolaridade mínima para tal.
Outro exemplo é o individuo que tentou por várias vezes passar em concursos nas Instituições de Segurança Pública, não obtinha êxito e então aventurava as Escolas de Formação.
Ainda temos aquele individuo que prestou Serviço Militar, mas não foi voluntário (nos idos de 80), foi obrigado. Quando ele saia das Forças Armadas, corria para os cursos de Vigilante. Ou seja , do contingente atual baiano na ativa de Vigilantes Patrimoniais Privados, estima-se que cerca de 40% não estão na profissão correta.
PS: Para toda regra há uma exceção e cada caso é um caso.
Obrigado

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