Segurança Patrimonial Privada

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Soldado do Exército Brasileiro (19º BC), com extensão universitária pela ULBRA-RS em Segurança Privada, atuando como Supervisor de Segurança, Coordenador de Operações e recém-formado pelo Curso de Formação de Vigilantes através da SPARTAC Guns School (Salvador-Ba)

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

"As grades de um condominio são pra trazer proteção, mas no fundo no fundo é você que está nesta prisão" O Rappa


Patrimônio - Era uma casa muito engraçada, tinha câmera, cerca e guarda...


23/08/11

Em busca de mais tranquilidade nas festas e feriados de fim de ano, moradores vão às lojas de equipamentos de segurança eletrônica para afastar os ladrões. Medo de invasões toma conta até de quem já vive em uma verdadeira ‘prisão’.
Muros altos, nem sempre são sinônimos de segurança.
A porta da frente tem grades e câmera. Vários alarmes estão instalados. Mesmo assim o morador não se sente seguro. “Eu conto é com a proteção de Deus”, avisa.
A sensação de insegurança é tão presente no Brasil que as pessoas estão transformando suas residências em verdadeiras prisões: muros altos, grades, cadeados, alarmes, câmeras, cerca elétrica......................, a lista de equipamentos só aumenta.
Aumenta também a procura pelo itens de segurança – principalmente agora, em agosto. “As pessoas já estão se preparando para as férias de verão e a preocupação com a segurança é crescente. Além disso, os equipamentos de segurança estão se popularizando”, avisa Ricardo Lopes, um dos proprietários da empresa Alargêmeos. E já que as pessoas se preparam agora para os feriados de outubro, novembro e as férias, a expectativa da empresa especializada em segurança é de que o serviço aumente 30% em relação a 2010.
E não para por aí: segundo Cristiano Fernandes da Silva, sócio da Eletrônica Bauru, a alta na procura por equipamentos de segurança continua até o Carnaval. “A melhor coisa é procurar antes de setembro”, explica.
Tanta parafernália traz resultado. Ednéia conta que nunca teve a casa roubada. Mas, mesmo assim, sempre dá uma volta no quarteirão antes de entrar em casa para ver se não tem alguém rondando a residência – 
Nunca foi roubada – mas confessa que ficou no quase. “Uma vez, chegamos do mercado e os policiais estavam abordando uma pessoa na nossa garagem”, conta. Dessa forma, a garagem é a atual preocupação de Ednéia: ela e o marido pretendem colocar mais uma grade no espaço, que é aberto.
Sobre os equipamentos, a designer diz ter se acostumado. Os filhos também: a mãe conta que eles cresceram já “cercados”.
Se sente mais segura, mas não completamente feliz. “Eu moro em uma verdadeira prisão. Me sinto assim.”
Alarme, cerca elétrica e câmera são ‘essenciais’Cristiano Fernandes da Silva, conta que, apesar das novidades tecnológicas – a última moda é uma câmera com sistema infravermelho e DVR  –, a cerca elétrica ainda é a peça mais popular para a segurança dos moradores. “Esse equipamento já intimida o ladrão na entrada”, explica.
Outra vantagem: a cerca também é o equipamento mais em conta, ideal para quem quer (ou só pode) gastar pouco.
Para Cristiano, no entanto, o equipamento mais eficaz é o alarme externo, que dispara com o ladrão antes de entrar na residência. “Com este equipamento, você não vai ter prejuízo com porta arrombada, por exemplo”, explica.
O também proprietário da Alargêmos, Rodrigo Lopes, lembra, no entanto, que é importante que o alarme seja monitorado. “Senão, você vai viajar, o alarme dispara e, depois, que irá atender o evento.
Rodrigo – que tem vários equipamentos de segurança na própria casa – acredita que, hoje, alarme, cerca elétrica e câmera é o mínimo que uma casa deve ter para ser chamada de segura.
alarme monitorado Com dois tipos de senha (uma para desarmar e outra  para
caso de coação), custa R$ 800. O monitoramento sai por  R$ 50 mensais
Cerca elétrica Custa no mínimo  R$ 600 para um muro de 60 metros, mas
não deve ser usada como única proteção para a casa
Câmera com infravermelho A novidade no mercado de segurança doméstica em 2011 custa em torno de R$ 2,5 mil
Trava para portão Outra novidade, impede que portões eletrônicos sejam arrombados. Custa R$ 300


Fonte: Bom dia Sorocaba

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